Política
PF investiga suspeitas de irregularidades no transporte de eleitores em cinco estados
25/10/2026 às 18:16
Por Clara
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Bahia, São Paulo, Piauí, Sergipe e Alagoas estão no radar da Polícia Federal; apurações buscam esclarecer possíveis prejuízos ao deslocamento de eleitores durante o segundo turno.
A oferta de transporte público durante o segundo turno das eleições passou a ser investigada pela Polícia Federal em cinco estados brasileiros. As apurações envolvem Bahia, São Paulo, Piauí, Sergipe e Alagoas, onde surgiram relatos de possíveis irregularidades na circulação de veículos utilizados pela população para chegar aos locais de votação.
Até este domingo (25), apenas Sergipe contava com um inquérito policial formalmente instaurado, segundo informações apresentadas pela corporação. Nos demais estados, os trabalhos incluem diligências e coleta de depoimentos para esclarecer as circunstâncias dos episódios e verificar se houve condutas que comprometeram o deslocamento dos eleitores.
Durante entrevista coletiva, Denis Cali, diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da Polícia Federal, informou que agentes estão ouvindo pessoas diretamente envolvidas na organização e na disponibilização do transporte público. A atuação ocorre em articulação com os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), o Ministério Público Eleitoral e as forças de segurança estaduais.
Cali também destacou que, em algumas localidades, a Justiça Eleitoral precisou determinar a manutenção ou a recomposição da oferta de ônibus, estabelecendo parâmetros para o funcionamento do serviço. Essas decisões também serão consideradas no trabalho de apuração conduzido pela Polícia Federal.
O objetivo das investigações é verificar se as ocorrências registradas durante a votação configuraram irregularidades e identificar eventuais responsáveis. A existência de denúncias ou de decisões judiciais, por si só, não representa confirmação de crime.
Além das apurações relacionadas ao transporte urbano e intermunicipal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) monitorou as condições de circulação nas rodovias ao longo do domingo. O diretor-geral da instituição, Fernando Oliveira, informou que foram registradas 27 interdições, sendo oito totais e 19 parciais.
De acordo com Oliveira, quatro bloqueios permaneciam ativos em razão do volume de chuvas. Nessas situações, a corporação indicou rotas alternativas para permitir a continuidade das viagens e prestar assistência aos motoristas.
O diretor afirmou que não tinha informações sobre eleitores que tenham deixado de votar especificamente em decorrência das interdições rodoviárias. A PRF também anunciou que permaneceria mobilizada após o encerramento da votação.
As ocorrências relacionadas ao transporte público provocaram medidas judiciais em diferentes regiões do país. Em São Paulo, a Justiça determinou a circulação integral da frota de ônibus após uma solicitação apresentada por parlamentares do PSOL. Na Bahia, o Tribunal Regional Eleitoral ordenou a recomposição imediata dos veículos em Salvador, diante de denúncias sobre a redução da oferta.
Em Sergipe, a Justiça Eleitoral também determinou providências para restabelecer a frota do transporte intermunicipal. As decisões foram motivadas pela preocupação de que a diminuição dos serviços dificultasse o acesso dos eleitores às urnas.
Na Bahia, a situação levou ainda a uma solicitação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para estender o horário de votação até as 19h em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
Com a atuação das instituições eleitorais e policiais, os episódios passaram a ser examinados tanto pelo impacto sobre a mobilidade da população quanto pela possível existência de infrações. A conclusão sobre eventuais responsabilidades dependerá dos elementos reunidos nas diligências e nas investigações em andamento.
Até este domingo (25), apenas Sergipe contava com um inquérito policial formalmente instaurado, segundo informações apresentadas pela corporação. Nos demais estados, os trabalhos incluem diligências e coleta de depoimentos para esclarecer as circunstâncias dos episódios e verificar se houve condutas que comprometeram o deslocamento dos eleitores.
Durante entrevista coletiva, Denis Cali, diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da Polícia Federal, informou que agentes estão ouvindo pessoas diretamente envolvidas na organização e na disponibilização do transporte público. A atuação ocorre em articulação com os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), o Ministério Público Eleitoral e as forças de segurança estaduais.
Cali também destacou que, em algumas localidades, a Justiça Eleitoral precisou determinar a manutenção ou a recomposição da oferta de ônibus, estabelecendo parâmetros para o funcionamento do serviço. Essas decisões também serão consideradas no trabalho de apuração conduzido pela Polícia Federal.
O objetivo das investigações é verificar se as ocorrências registradas durante a votação configuraram irregularidades e identificar eventuais responsáveis. A existência de denúncias ou de decisões judiciais, por si só, não representa confirmação de crime.
Além das apurações relacionadas ao transporte urbano e intermunicipal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) monitorou as condições de circulação nas rodovias ao longo do domingo. O diretor-geral da instituição, Fernando Oliveira, informou que foram registradas 27 interdições, sendo oito totais e 19 parciais.
De acordo com Oliveira, quatro bloqueios permaneciam ativos em razão do volume de chuvas. Nessas situações, a corporação indicou rotas alternativas para permitir a continuidade das viagens e prestar assistência aos motoristas.
O diretor afirmou que não tinha informações sobre eleitores que tenham deixado de votar especificamente em decorrência das interdições rodoviárias. A PRF também anunciou que permaneceria mobilizada após o encerramento da votação.
As ocorrências relacionadas ao transporte público provocaram medidas judiciais em diferentes regiões do país. Em São Paulo, a Justiça determinou a circulação integral da frota de ônibus após uma solicitação apresentada por parlamentares do PSOL. Na Bahia, o Tribunal Regional Eleitoral ordenou a recomposição imediata dos veículos em Salvador, diante de denúncias sobre a redução da oferta.
Em Sergipe, a Justiça Eleitoral também determinou providências para restabelecer a frota do transporte intermunicipal. As decisões foram motivadas pela preocupação de que a diminuição dos serviços dificultasse o acesso dos eleitores às urnas.
Na Bahia, a situação levou ainda a uma solicitação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para estender o horário de votação até as 19h em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
Com a atuação das instituições eleitorais e policiais, os episódios passaram a ser examinados tanto pelo impacto sobre a mobilidade da população quanto pela possível existência de infrações. A conclusão sobre eventuais responsabilidades dependerá dos elementos reunidos nas diligências e nas investigações em andamento.