Política
Moraes libera novamente encontros semanais de grupo religioso com Jair Bolsonaro
25/10/2026 às 18:14
Por Clara
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Decisão do STF permite que 13 integrantes de um grupo de oração visitem o ex-presidente às quartas-feiras, às 19h30, respeitando as regras de segurança e as restrições judiciais vigentes.
Jair Bolsonaro (PL) poderá voltar a receber um grupo de oração durante o cumprimento de sua prisão domiciliar humanitária. A autorização foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou encontros semanais com 13 participantes, sempre às quartas-feiras, a partir das 19h30.
A retomada foi solicitada pela defesa do ex-presidente na quinta-feira (23). Os advogados pediram que as reuniões religiosas fossem restabelecidas exclusivamente para atividades de oração, mantendo as condições de fiscalização e segurança estabelecidas anteriormente pela Justiça.
Ao analisar o requerimento, Moraes considerou que o período de suspensão das visitas relacionado ao descumprimento das regras da prisão domiciliar já havia terminado. Com isso, o ministro autorizou a retomada dos encontros, mas ressaltou que as reuniões deverão seguir todas as determinações judiciais ainda em vigor.
A restrição anterior havia sido aplicada em julho, quando o ministro suspendeu as visitas gerais por 30 dias após a divulgação, pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de uma carta escrita pelo pai. Na avaliação de Moraes, a publicação contrariou a proibição imposta ao ex-presidente de utilizar redes sociais, inclusive por meio de terceiros.
Na mesma ocasião, o magistrado determinou que Bolsonaro não recebesse visitas com finalidade político-eleitoral até o encerramento das eleições de outubro. Também foram estabelecidas restrições à divulgação indireta de manifestações relacionadas à disputa eleitoral.
A nova autorização, portanto, é específica para os encontros religiosos e não representa a revogação das demais medidas cautelares. A realização das reuniões continuará condicionada ao cumprimento das regras estabelecidas pelo Supremo.
Para viabilizar as visitas, Moraes determinou que a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e o Núcleo de Custódia da Polícia Militar sejam comunicados sobre a decisão e adotem as providências necessárias.
A retomada das reuniões permite que Bolsonaro volte a participar dos encontros semanais com o grupo religioso, desde que a atividade permaneça restrita à finalidade autorizada e respeite as condições de segurança determinadas pela Justiça.
A retomada foi solicitada pela defesa do ex-presidente na quinta-feira (23). Os advogados pediram que as reuniões religiosas fossem restabelecidas exclusivamente para atividades de oração, mantendo as condições de fiscalização e segurança estabelecidas anteriormente pela Justiça.
Ao analisar o requerimento, Moraes considerou que o período de suspensão das visitas relacionado ao descumprimento das regras da prisão domiciliar já havia terminado. Com isso, o ministro autorizou a retomada dos encontros, mas ressaltou que as reuniões deverão seguir todas as determinações judiciais ainda em vigor.
A restrição anterior havia sido aplicada em julho, quando o ministro suspendeu as visitas gerais por 30 dias após a divulgação, pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de uma carta escrita pelo pai. Na avaliação de Moraes, a publicação contrariou a proibição imposta ao ex-presidente de utilizar redes sociais, inclusive por meio de terceiros.
Na mesma ocasião, o magistrado determinou que Bolsonaro não recebesse visitas com finalidade político-eleitoral até o encerramento das eleições de outubro. Também foram estabelecidas restrições à divulgação indireta de manifestações relacionadas à disputa eleitoral.
A nova autorização, portanto, é específica para os encontros religiosos e não representa a revogação das demais medidas cautelares. A realização das reuniões continuará condicionada ao cumprimento das regras estabelecidas pelo Supremo.
Para viabilizar as visitas, Moraes determinou que a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e o Núcleo de Custódia da Polícia Militar sejam comunicados sobre a decisão e adotem as providências necessárias.
A retomada das reuniões permite que Bolsonaro volte a participar dos encontros semanais com o grupo religioso, desde que a atividade permaneça restrita à finalidade autorizada e respeite as condições de segurança determinadas pela Justiça.