Vamos tomar vacina minha gente! Não importa qual vacina, não importa se funciona ou não, não importa se tem efeitos colaterais, não importa a procedência do imunizante! Não importa se há ou não interesses econômicos e políticos por de trás da vacinação em massa, não importa se há contraindicações para pessoas com doenças preexistentes, não importa se mexe ou não com a genética humana! Nada importa neste momento, apenas temos que confiar nas vacinas e aceitar o mantra de que “vacina boa é vacina no braço”, será?

Antes de tudo quero dizer que sou a favor das vacinas e sempre mantive minha carteira de vacinação em dia, graças a muitas idas e vindas ao posto de saúde na pequena cidade onde vivi minha infância. Ainda me lembro, foram aplicadas de todas as maneiras: com agulhas ou em gotas, nesse caso para meu alívio. Um tormento ao ver dona Iolanda, enfermeira do postinho de saúde da cidade, preparando a injeção com tubos de vidro e agulhas flambadas em caixas de metal. Mas tudo isso era necessário, afinal, a mãe dizia que as vacinas eram importantes e que algumas podiam evitar caxumba, tuberculose, sarampo a até a temida paralisia infantil, uma doença que causa deformações dos membros inferiores e impedem o indivíduo de andar normalmente, obrigando o mesmo a usar muletas ou cadeiras de rodas para toda a vida. Pobre João Muleta, um amigo da infância que não teve a sorte de tomar a tal vacina, mas que pelo menos a deficiência não o impediu de jogar como goleiro em peladas travadas no campinho, onde evitava o gol com auxílio de suas próprias muletas.

Ainda me lembro do alvoroço em sala de aula quando a diretora apontava na porta para avisar que era dia de vacinação na escola, e os agentes de saúde já estavam a postos no final do corredor empunhando os temidos “revólveres” para aplicar a vacina no braço da molecada amedrontada nas longas filas controladas pelos professores. As cicatrizes persistem no braço direito e no esquerdo, e são mostradas como prova de quem sempre acreditou nos imunizantes. E assim, muito cedo, entendemos a importância das vacinas em nossas vidas, e passamos a confiar na eficiência daquilo que nos era ofertado pela ciência e indústria farmacêutica. Vale lembrar de que falo das vacinas amplamente estudadas antes de serem aplicadas nos humanos, algumas levaram mais de 10 anos para serem produzidas e muito mais tempo ainda para terem eficácia comprovada, com tempo suficiente para se mostrarem seguras em relação aos possíveis efeitos colaterais. Sem dúvida temos muito que agradecer aos pesquisadores e cientistas, que dedicam suas vidas em estudos para a produção de vacinas responsáveis por trazer mais saúde e qualidade de vida para a humanidade. E viva a ciência!

Mas infelizmente essa história não termina aqui. Em pleno século XXI precisamos voltar a falar com seriedade sobre esse assunto, com um pouco mais de honestidade intelectual, afinal, estamos diante de um dilema que praticamente nos “obriga” a tomar vacinas produzidas a toque de caixa, as quais ainda pouco sabemos sobre eficiência, segurança e seus efeitos colaterais imediatos e no longo prazo. Sem contar toda “politicagem” em torno de um assunto que divide a sociedade e que tem o apoio da imprensa, pouco confiável, para contribuir ainda mais para confundir a opinião pública. Com uma voz praticamente solitária na imprensa, ainda livre, segue o jornalista Guilherme Fiuza fazendo questionamentos pertinentes sobre a eficácia e a segurança das vacinas e, principalmente, buscando por respostas sobre possíveis efeitos colaterais ainda desconhecidos. Cabe lembrar que essas vacinas são experimentais, e isso faz muita diferença porque faz da população cobaias de uma experiência sem precedência.

Para os que apoiam a obrigatoriedade dessas vacinas, cabe a eles perguntar: – Há resultados conclusivos dos estudos que apontam para o crescimento dos casos de miocardite em pacientes jovens vacinados pelo imunizante tratado como o mais eficaz?; – Existem respostas para os casos de aparecimento de coágulos que ocasionaram trombose e levou a morte de indíviduos por ter tomado um desses imunizantes que foi suspenso em alguns países, mas que continua sendo aplicado no Brasil?; – Há uma investigação séria sobre essa vacina que parece causar dores no corpo e a paralisação de membros após a sua aplicação?; – Alguém tem respostas sobre as causas e efeitos desse mesmo imunizante, agora proibido para gestantes, mas que fez mãe e bebê vítimas no Rio de Janeiro?; Estamos ou não diante de inúmeros casos de pessoas que desenvolveram a doença após tomar a primeira dose do imunizante?; – Há algum levantamento honesto sobre quantas pessoas faleceram após tomar as duas doses da vacina?; – São de fato conclusivos os estudos sobre os efeitos das nano partículas decorrentes da tecnologia do RNA mensageiro em determinadas vacinas, afinal, o que isso pode causar nas células? – Alguém explica a explosão de casos da doença no Chile e no Uruguai, com metade da população desses países já vacinada com as duas doses do mesmo imunizante que é aplicado no Brasil? – Por que pessoas que tomaram as duas doses da vacina, a mesma produzida no mesmo país que exportou o vírus para todo planeta, continuam sendo infectadas e ainda há relatos de mortes de pessoas totalmente vacinadas? – Já se sabe quais são os efeitos colaterais das vacinas em larga escala em pacientes com doenças crônicas ou agudas, cardiológicas, hepáticas, renais, neurológicas, autoimunes, com câncer, gestantes, crianças e outras faixas etárias? Sinto em informar nossos leitores, mas não há, até este momento, respostas conclusivas para essas dúvidas e questões.

Por isso, compartilho da opinião de muitos médicos renomados que não estão sendo ouvidos, mas insistem em alertar a população sobre os riscos de expor milhões de pessoas a essas substâncias, antes de se concluir todas as fases temporais dos segmentos que envolvem o processo de imunização. Parece-me um tanto temerário obrigar a população a tomar essas vacinas de forma indiscriminada. A literatura científica demonstra que “não se pode pular etapas naturais da avaliação de médio e longo prazo, sem que vidas paguem por isso, como mostra a história das vacinas”. Sim, decretar a obrigatoriedade para imunização em massa nessas condições pode representar um crime contra a saúde pública. Ainda não temos como confiar plenamente nos imunizantes mediante tantas dúvidas e atitudes arbitrárias, manipulação da informação, picaretas e impostores envolvidos em negociações espúrias, produtos que não são totalmente comprovados sobre sua real eficácia e segurança, e, por fim, a maldita politização da pandemia que só serviu para gerar ainda mais desconfiança, e aceitar com passividade a inoculação da substância no corpo não nos garante imunização contra o vírus da ignorância e o preço, no longo prazo, pode ser alto demais.

Por isso, volto à pergunta inicial: – Será que vacina boa é vacina no braço? Não sei! Só sei dizer que aprendi que ciência se faz com perguntas e fazê-las, até onde eu sei, ainda não é proibido, pelo menos por enquanto! ***

Zac Lucatelli – Jornalista e Mestre em Ciência Política

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