Animais travestidos de pessoas urram, uivam e se esfregam nas ruas de Buenos Aires, celebrando mais uma pequena vitória da barbárie sobre o Bem.

Como sempre é preciso compreender as forças que atuam nos bastidores e que geram esse tipo de avanço maléfico. E é preciso entender isso e repetir como mantra para que em alguns anos de auto-convencimento você consiga aceitar o que está em jogo e o que é preciso fazer.

O primeiro “pensador” a lançar o conceito de assassinato de bebês como forma moralmente aceitável de método de controle familiar foi ninguém menos que o Marquês de Sade.

Para quem não conhece foi dessa criatura de luz que surgiu o termo sadismo (prazer no sofrimento).

O Marquês era um psicopata completo, como é preciso ser para defender essa pauta, mas ele era sincero.

Assim, em seu livro “La Philosophie dans le Boudoir”, ele leva o assassinato de bebês no ventre até o seu próximo e lógico passo, que é o direito da mãe de matar seus filhos enquanto estes dela dependam.

É uma perigosa ilusão analisar os fatos pontualmente, num esforço para camuflar a tragédia de uma guerra civilizacional que mata milhões de inocentes todos os dias no meio do ocidente.

De fato o objetivo dos defensores da matança de bebês é a desvalorização da vida, ou um retorno ao período pré-cristão, onde escravidão era algo plenamente aceito e humanidade não significava nada.

Palavrinhas doces e articuladas proferidas por canalhas engravatados e sorridentes não mudam essa dura realidade.

Esses monstros querem facilitar o processo de matança da SUA família. Dos seus pais, dos seus avós. E, claro, uma vez que até as crianças possam ser mortas sem direito de defesa, elas também poderão ser recolhidas pelo Estado e usadas como o Estado bem quiser, como defendem figuras amorais como Barrosos e Duprats.

Mas como combater isso? O primeiro ponto é se convencendo que é necessário admitir um mínimo de desconforto. Sem isso é melhor aguardar a guilhotina que virá certamente, na forma de fome ou de uma injeção letal na terceira idade.

Quando um amigo engomadinho vier defender essa matança é preciso tratá-lo como o verme que é. Observe que eu deixo ampla margem para os enganados, os inocentes iludidos.

Nem todo agente do Mal sabe o que está fazendo. Mas estes devem ter vergonha de abrir a boca para defender essas ideias nefastas. Portanto é preciso que sejam confrontados, expostos e ridicularizados, quando possível. E isso gera inimizade e desconforto. Paciência.

Hoje mesmo tive uma rápida e desagradável conversa com um canalha defensor do assassinato de inocentes. O desgraçado é Haddad13 na cabeça e nem chega perto de ser meu amigo, claro. Veio o animal com um papinho de que as mulheres já matam seus bebês o tempo todo e que na periferia elas se arriscam muito fazendo isso, portanto eu teria que sair da minha bolha de mimado e olhar a realidade de frente.

O canalha ainda diz que “só um psicopata seria a favor do aborto” para em seguida defender exatamente isso. É preciso escorraçar essa gente, humilhar e espezinhar sem piedade.

Mas o problema não começa aí. Ele começa na escola dos seus filhos. Começa na remoção de qualquer noção transcendental e na adoção do mais puro materialismo cientificista. O apótema desse caminho é a China, país sem moral, sem freios, sem piedade e sem bondade. Seus frutos pudemos perceber bem este ano. E seus frutos incluem a barbaridade votada na Argentina.

Como tenho dito, não se pode pretender vencer o Mal com flores.

Eduardo Vieira – (Jornal Cidade Online)

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