Novas vitórias do ex-governador Beto Richa na justiça vão provando o que as pessoas que conhecem os fatos verdadeiros já sabiam: a prisão do Beto às vésperas da eleição de 2018 foi uma vingança abjeta e vergonhosa dos setores que se sentiram prejudicados pela recusa do então governador aos seus pedidos indecentes de mais dinheiro público.

Membros menos éticos e menos sérios do valoroso Ministério Público Estadual, de tantos e tão bons serviços prestados ao Paraná, aliados à imprensa marrom que teve cortada grande parte da verba milionária que costumava sacar dos cofres do povo, usaram métodos imorais para induzir o judiciário de primeira instância ao erro grave de autorizar a prisão de um candidato virtualmente eleito sem qualquer julgamento, nem mesmo na instância inicial.

Tony e as gravações editadas

Promotores e a mídia marrom fingiram acreditar nas denuncias de um condenado à prisão, Toni Garcia, que fez, aliás, um serviço encomendado pelo MP -de ir à casa do Beto Richa com um gravador oferecer dinheiro, que foi recusado, segundo esse mesmo elemento, pelo Beto. Em outra ação, os mesmos promotores fingiram acreditar na palavra de fiscais estaduais corruptos, que, flagrados numa extorsão a alguns comerciantes do Norte do Paraná, disseram espertamente que a mordida não era para eles, fiscais, e sim para o caixa da campanha ao Senado do Beto Richa. Essa tática de envolver pessoas importantes nos processos é usada desde o início do mundo por advogados inteligentes, geralmente com muito sucesso, protelando decisões e ganhando muito tempo para o acusado.

Como a verdade é paciente, não tendo a pressa da mentira, as absolvições e as sentenças estão mostrando a realidade.

No entanto, essa verdade tardia não vai devolver a possibilidade claríssima, à época, do Beto seguir sua trajetória vitoriosa na política. Não vai devolver ao povo do Paraná a chance de ter um senador competente e trabalhador, ao invés do Arns e do Oriovisto, figuras tristes no nosso cenário político, de atuação nula ou desconhecida. Também não vai devolver ao Beto a respeitabilidade perante grande parte da população, roubada que foi pelas acusações mentirosas, divulgadas de forma massacrante pela mídia interessada em tirá-lo do caminho. Muitas pessoas bem informadas, porém, sabem qual a verdade. Neste 11 de agosto, num evento que reuniu perto de 100 lideranças empresariais, em Curitiba, Beto recebeu aplausos do grupo que, em pé, ficou por minutos batendo palmas, certamente para mostrar que acreditavam na sua inocência e honradez.

Para terminar, dois fatos.

1 – José Richa, pai do Beto, que já nos deixou, foi deputado federal por dois mandatos, prefeito de Londrina, governador do Paraná e senador. Recusou muitas vezes um Ministério, no governo FHC. Morreu com patrimônio mínimo, quase sem posses materiais. Seu nome é sinônimo de honestidade. Pela sua atuação no fortalecimento do Ministério Público do estado, foi o único político a receber o título de Procurador Honorário da instituição. Em 11 de setembro de 2018, há 26 dias da eleição, o apartamento da sua viúva, Dona Arlete Richa, foi invadido pelos promotores, em busca sabe-se lá do que. Não bateram à sua porta com um mandado. Quando ela acordou, às seis horas da manhã, eles estavam dentro de sua sala. Foi o pagamento do MP à família. Nada foi encontrado, obviamente. Dona Arlete estava com 78 anos, hoje tem 81.

2 – Caso você não tenha acreditado em nada do que leu, saiba de mais um fato, e julgue. Você deve ter assistido, na prisão do Beto, à sua esposa Fernanda sendo também levada à Delegacia. É muito difícil acreditar que, passados três anos da barbárie, não exista qualquer acusação oficial contra a Da. Fernanda. Zero. Nada. Nem uma linha.

As informações são do Jornal Impacto Paraná através de seu colunista: Mano Preisner

Crédito da foto: Jane de Araújo/Agência Senado
Direitos autorais: Senado Federal do Brasil

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1 Comentar

  • Beto Richa deve ser candidato a Deputado Federal pelo PSDB PR, 16/09/2021 @ 21:20 Reply

    […] Membros menos éticos e menos sérios do valoroso Ministério Público Estadual, de tantos e tão bons serviços prestados ao Paraná, aliados à imprensa marrom que teve cortada grande parte da verba milionária que costumava sacar dos cofres do povo, usaram métodos imorais para induzir o judiciário de primeira instância ao erro grave de autorizar a prisão de um candidato virtualmente eleito sem qualquer julgamento, nem mesmo na instância inicial. Saiba mais desta história aqui. […]

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