O Ministro da Educação e professor Milton Ribeiro, usou o Twitter, nesta segunda-feira (11), para afirmar que o Ministério da Educação (MEC) e o Governo Federal não medirão esforços para garantir a segurança de alunos e professores na volta às aulas presenciais.

Ribeiro comentou e respostou a carta aberta do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) destinada às prefeitas e aos prefeitos eleitos de todos os municípios brasileiros.

“Não pouparemos esforços para garantir a segurança de estudantes e professores na volta às aulas. A educação não pode parar e isso já é reconhecido por instituições internacionais como a Unicef. O ensino é um dever de todos e um compromisso do Governo Jair Bolsonaro”, declarou o professor, por meio da rede social.

No documento publicado pela Unicef, a entidade garante que o fechamento da maioria das escolas e o isolamento social têm impactado, profundamente, a aprendizagem, a saúde mental e a proteção de crianças e adolescentes do país. E que, apesar dos esforços em organizar as atividades online, “milhões de crianças e adolescentes não foram alcançados e perderam o vínculo com a escola.”

A Unicef, que é um órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), recomenda que “as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir em qualquer emergência ou crise humanitária.”A Unicef, que é um órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), recomenda que “as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir em qualquer emergência ou crise humanitária.”

“É fundamental empreender todos os esforços necessários para que as escolas de educação básica reabram no início deste ano escolar, em segurança. É um momento-chave que não podemos deixar passar.”, afirma o documento.

A reabertura das escolas será adaptada de acordo com as diferentes realidades locais, levando-se em consideração taxa de contágio, números de casos e óbitos. Além de questões sociais, econômicas e culturais de determinadas regiões do País.

Em outubro do ano passado, em visita à Goiânia, o ministro já tinha se declarado a favor do retorno às aulas, o mais rápido possível.

Na época, Ribeiro declarou:

“O que queremos é retomar para que, ano que vem (2021), ao menos, parte das crianças, possa continuar num ritmo. Houve uma interrupção muito grande. […] O Governo Federal está fazendo de tudo para que as aulas retornem”, afirmou, em coletiva de imprensa.

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