O movimento Black Lives Matter – Vidas Negras Importam – que incita ódio e comete diversos atos de vandalismo durante seus protestos foi indicado nesta sexta-feira (29) para o Prêmio Nobel da Paz de 2021.

Ao indicar o BLM ao prêmio, o parlamentar norueguês Petter Eide disse que “o movimento forçou países fora dos Estados Unidos a lutar contra o racismo em suas próprias sociedades”. De acordo com ele, o movimento foi indicado devido à “forma como seu apelo por uma mudança sistêmica se espalhou pelo mundo”.

“Acho que um dos principais desafios que vimos na América, mas também na Europa e na Ásia, é o tipo de conflito crescente baseado na desigualdade. Black Lives Matter se tornou um movimento mundial muito importante para combater a injustiça racial ”, disse Eide. “Eles tiveram uma grande conquista no aumento da consciência global e da consciência sobre a injustiça racial”.

Eide disse que outra coisa que o impressionou sobre o movimento Black Lives Matter foi a maneira “eles têm sido capazes de mobilizar pessoas de todos os grupos da sociedade”.

O Black Lives Matter esteve envolvido no ataque ao Capitólio dos Estados Unidos no dia 6 de janeiro por meio do ativista John Sullivan, que foi preso, mas atualmente está em liberdade.

Sullivan foi levado sob custódia e enfrenta acusações de desordem civil, entrada em um prédio restrito e incitação de violência e conduta desordenada.

Não foi a primeira vez que o “ativismo” de Sullivan lhe trouxe problemas legais: ele enfrenta acusações danos criminoso decorrentes de um protesto do Black Lives Matter em Provo, Utah, em junho do ano passado.

Durante todo o ano de 2020 os americanos foram expectadores de um show de violência e vandalismo dos grupos Antifa e Black Lives Matter.

As ondas de criminalidade por parte desses grupos aumentam à medida que as eleições americanas se aproximavam e perduraram durante toda a disputa que conteve diversas alegações de fraude.

Treinamento marxista

O movimento BLM é liderado por pessoas que tiveram um treinamento marxista, segundo confessou uma de suas fundadoras.

“Na verdade, temos uma estrutura ideológica. Alicia e eu, em particular, somos organizadoras treinados. Somos marxistas treinados. Somos muito versadas em teorias ideológicas.” — Patrisse Cullors, co-fundadora do Black Lives Matter.

O movimento se autointitula defensor da “desobediência civil não-violenta” por meio de protestos contra incidentes de ‘brutalidade policial’ e ‘violência com motivação racial contra os negros’”. Embora tenha começado em 2013, o movimento ganhou projeção internacional depois que passou a recrudescer suas atividades terroristas sob o pretexto de protestar contra a morte de George Floyd em maio do ano passado.

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